O acesso aos Cenários Explicativos e Política de Receita é exclusivo para colaboradores com e-mail corporativo @apolopartners.com.br.
APOLO Partners · Núcleo Estratégico
Cenários de divisão de receita
Três cenários, uma regra cada. Todos os percentuais abaixo são os valores em vigor — exceções são registradas no campo de observação da calculadora e anexadas ao contrato.
01 — Roteamento
Duas perguntas definem o cenário
Como o negócio chegou, e se a APOLO coloca a mão na massa. Advisory recorrente e CFO as a service entram como projeto com execução.
02 — Cenário A
Projeto com execução
Quatro fatias do faturamento bruto, somando 100%. Execução é o resíduo — entre 52% e 72%, conforme o envelope acionado.
18%
até 20%
10%
52 a 72%
Provisão fiscal
Sobre o valor cheio
Envelope comercial
Quem trouxe o negócio
APOLO
Piso R$ 3 mil Teto R$ 15 mil
Execução
Quem faz o trabalho, em rateio igual. Terceirizados saem daqui
Dentro do envelope comercial — teto de 20%
Originação interna
10 · 15 · 20%
Tier A, B ou C, conforme a tabela abaixo. Acordado antes do orçamento e registrado.
ou
Parceiro + canal
soma até 20%
A comissão do parceiro entra primeiro; o canal fica com o saldo. Ex.: 15 + 5 ou 10 + 10. Se o parceiro leva 20%, o canal fica com zero.
Tier de originação
% do bruto
Inbound
Sem originador
Cliente chega direto — site, LinkedIn, evento. O envelope inteiro vai para a execução.
0%
Tier A
Nome frio
Passou o contato, sem relação ativa. Não acompanha a conversa nem a negociação.
10%
Tier B
Introdução qualificada
Apresentou o cliente e conduziu a negociação até o fechamento.
15%
Tier C
Relação e condução
Dono da relação e manutenção do relacionamento com o cliente — antes, durante e depois.
20%
Regras da originação. O tier é acordado com o originador e registrado antes de o orçamento ir ao cliente — nunca depois. A remuneração vale pelo prazo do contrato, seja de 6, 12 ou 48 meses, sem decaimento no meio do caminho. Contrato novo é deal novo: volta à mesa e o tier é renegociado. Se o originador deixar a APOLO, segue recebendo até o fim do contrato já assinado. Quando o negócio vem de parceiro, a originação interna não é acionada. Se o parceiro precisar remunerar alguém por fora, sai da parte dele.
Percentual fora da tabela. Se o originador exigir mais que o tier, o caminho é reprecificar o projeto — não comprimir a execução. A exceção é registrada no campo de observação da calculadora e vai no anexo assinado.
Exemplo — R$ 300 mil, Tier C, sem desconto
Faturamento brutoR$ 300.000
Provisão fiscal · 18%R$ 54.000
Originador · 20%R$ 60.000
APOLO · 10%, no tetoR$ 15.000
Execução · 57,0%R$ 171.000
03 — Cenário B
Projeto sem execução
A APOLO apresenta o cliente a um parceiro, que executa e paga comissão. Não há trabalho a remunerar, então não há pool de execução. A base é a comissão recebida, não o valor da transação do cliente.
18%
41%
41%
Provisão fiscal
Sobre a comissão cheia
Originação
Metade do líquido de imposto
APOLO
Metade ou um terço do líquido, conforme o nº de originadores
Dentro da parte da originação
Originadores internos
divisão igual
Um originador leva 41% do bruto. Dois dividem em partes iguais com a APOLO: 27,3% cada. Se alguém indicou o cliente a um deles por fora, esse acerto é dele.
ou
Parceiro + canal
até 20% + saldo
A comissão do parceiro tem teto de 20% do bruto. O canal fica com o que sobrar — no mínimo 21%. Se o parceiro leva 20%, o canal leva 21%; se leva 10%, o canal leva 31%.
Divisão igual entre a APOLO e cada originador. Descontado o imposto, o líquido é dividido em partes iguais. Com um originador, são duas partes de 50%; com dois originadores, três partes de 33,3%; e assim por diante. Não há tiers, piso nem teto — em indicação seca só existe uma contribuição possível, que é o nome. A parte da APOLO cobre o acompanhamento do parceiro e do cliente, que existe mesmo sem execução.
Quando o cliente vem de parceiro, a regra é outra. A APOLO fica com 50% do líquido, independentemente de quantas pessoas estejam no canal. A comissão do parceiro tem teto de 20% do bruto e sai apenas da metade da originação; o canal fica com o saldo — no mínimo 21%. A metade da APOLO nunca é tocada.
Exemplo — comissão de R$ 250 mil, originador interno
Comissão recebidaR$ 250.000
Provisão fiscal · 18%R$ 45.000
Originador · 41%R$ 102.500
APOLO · 41%R$ 102.500
Exemplo — mesma comissão, dois originadores internos
Comissão recebidaR$ 250.000
Provisão fiscal · 18%R$ 45.000
Originador 1 · 27,3%R$ 68.333
Originador 2 · 27,3%R$ 68.333
APOLO · 27,3%R$ 68.334
Exemplo — mesma comissão, cliente vindo de parceiro com 20%
Comissão recebidaR$ 250.000
Provisão fiscal · 18%R$ 45.000
Parceiro · 20%, no tetoR$ 50.000
Canal · saldo, 21%R$ 52.500
APOLO · 41%R$ 102.500
04 — Cenário C
Cadeiras · Alocação Executiva
Cobre conselho, comitê e executivo alocado no cliente — qualquer posição recorrente que a APOLO ocupa por um valor mensal. Apuração mensal sobre o honorário cobrado. O ocupante é valor negociado, e a APOLO fica com o que sobrar, o que permite testar preços até a conta fechar dos dois lados.
18%
livre
negociado
resíduo
Provisão fiscal
Sobre o mensal cheio
Originação
Livre
Ocupante
Valor mensal acordado com quem ocupa a cadeira
APOLO
O que sobrar
Dentro da originação — percentual livre, negociado caso a caso
Originador interno
livre
Sem tabela de tiers. O percentual é definido na negociação e registrado na observação.
ou
Parceiro + canal
livre
Mesma lógica do Cenário A: a comissão contratual do parceiro é respeitada e o canal fica com o saldo.
Por que o percentual é livre aqui. Uma cadeira em startup, uma em grupo familiar de porte e um executivo alocado em tempo parcial não são o mesmo produto, e o preço de cada ocupante é próprio. A conta é feita antes da proposta: define-se quanto o ocupante recebe, e o preço ao cliente sobe até a APOLO fazer sentido. Rodízio de ocupantes ao longo do contrato é registrado na observação, não na cascata.
Exemplo — R$ 15 mil/mês, originação de 10%, ocupante a R$ 9 mil
Honorário mensalR$ 15.000
Provisão fiscal · 18%R$ 2.700
Originador · 10%R$ 1.500
Ocupante · 60%R$ 9.000
APOLO · resíduo, 12%R$ 1.800
05 — Desconto
Quem concede participa dele
Sem esta regra, o desconto sairia inteiro do bolso de quem executa. Vale para o Cenário A.
Exemplo — proposta de R$ 300 mil com desconto de R$ 45 mil
Desconto concedidoR$ 45.000
Até 10% · rateado entre envelope e execuçãoR$ 30.000
Acima de 10% · só do envelopeR$ 15.000
06 — Regras comuns
Valem nos três cenários
Faturamento. Todo cliente é faturado contra a APOLO, e a APOLO paga cada participante. Cada um emite nota da sua PJ. Não há faturamento direto de terceiros ao cliente.
Ciclo financeiro. Apuração mensal do que foi efetivamente recebido, com pagamento no dia 10 do mês subsequente. O que o cliente não pagou não entra na apuração e ninguém recebe. Recebimento parcial gera distribuição proporcional em todas as fatias.
Anexo por projeto. A simulação é gerada na calculadora e anexada ao contrato antes do início dos trabalhos. É o anexo, e não este documento, que define o que cada projeto paga a quem.
Campo de observação. Toda exceção é registrada ali: percentual fora de tabela, divisão do pool de execução, rodízio de conselheiros, terceirizados previstos, condições especiais. A exceção fica documentada em vez de virar regra nova.
Sponsor. Sempre um dos três do Núcleo Estratégico, como ponto de contato no cliente.
Saída de participante. Quem sai da execução tem phase-out previsto em contrato, com aviso prévio ou multa, e é remunerado por horas efetivamente trabalhadas. Quem é originador segue recebendo até o fim do contrato já assinado, mesmo fora da APOLO.
Success fee. Não é cenário próprio. Quando o êxito for pago, o valor recebido roda na calculadora nas mesmas condições já negociadas no projeto.
Impostos. A provisão de 18% cobre o DAS da APOLO. Os percentuais desta política são brutos na PJ de cada participante, que ainda recolhe o imposto próprio sobre o que receber. Receita internacional é tratada na negociação de cada caso.
Usamos cookies apenas para medir a audiência do site (Google Analytics). Você aceita?